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Produtores de cachaça de Areia doarão etanol a hospitais

A Associação dos Produtores de Cachaça de Areia (APCA) vai doar para a rede municipal de saúde daquele município localizado no Brejo Paraibano uma quantidade não determinada de álcool 70%. Nessa concentração, o álcool é eficiente para combater vírus, fungos e bactérias.

Essa é a primeira movimentação do setor de cachaça para colaborar no combate ao coronavírus.

Fazem parte da Associação dos Produtores de Cachaça de Areia (APCA), dez marcas de cachaças produzidas no município de Areia: Aroma da Serra, Cristal de Areia, Elite, Ipueira, Matuta, Princesa do Brejo, Serra de Areia, Triunfo, Turmalina da Serra e Vitória.

O produto vai ser distribuído à população, postos de saúde e hospitais do município paraibano, que é um dos mais importantes polos de produção de cachaça do país.

Areia, inclusive, busca o reconhecimento da especificidade de sua cachaça de alta qualidade por meio de uma IG (Indicação Geográfica). O processo já está encaminhado e se espera que a conquista aconteça ainda esse ano.

Outras entidades e empresas do setor de cachaça estão estudando formas de seguir o exemplo de Areia e dar sua contribuição com o esforço da sociedade brasileira para deter a velocidade do avanço da pandemia. Ao mesmo tempo, estudam as formas de reduzir os impactos no próprio setor, em um momento em que a demanda, com todas as restrições ao funcionamento de bares e restaurantes, deverá ter uma queda abrupta.

Vale lembrar que o etanol a 70% pode ser produzido pelos mesmos equipamentos – alambiques ou colunas de destilação – que produzem a cachaça. Na verdade, tudo é basicamente uma questão de concentração. A cachaça é – de maneira muito simplificada – etanol bem mais diluído (38% a 48%), acrescido das nobres artes do alambiqueiro.

Em tempo: não é possível substituir o álcool em gel, que anda escasso devido à grande procura, por álcool líquido porque a versão líquida do produto resseca a pele, podendo ocasionar rachaduras e fissuras na pele, facilitando a infecção pelo coronavírus.

“O álcool em gel contém agentes que evitam o ressecamento das mãos”, disse Leonardo Weismann, do Instituto Emílio Ribas, à Folha de São Paulo. O álcool gel, aliás, é para ser usado quando não se pode usar sabão e água, que é a melhor opção. O álcool 70% deve ser usado para higienizar superfícies, equipamentos e objetos em geral.

Saiba mais sobre a história da cachaça no Brejo Paraibano aqui nesse post.

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