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Santa terezinha crafted

‘Cachaciando’ no delicioso Entreposto Cachaça Santa Terezinha

Fui incumbido por Dirley Fernandes, jornalista, editor do Devotos, cúpulo e rubro-negro, de contar sobre minha visita à loja Entreposto Cachaça Santa Terezinha. Muito mais que uma honra é uma grande responsabilidade, mas aí está o resultado. Bora cachaciar!”

@cachaciandoporaíCachaça Santa Terezinha
Por Pedro Fajardo

Depois que mergulhei de cabeça no mundo da cachaça, em toda e qualquer viagem que faço eu coloco a nobre bebida no roteiro e daquela vez não foi diferente. Estava no Espírito Santo e resolvi conhecer a Cachaça Santa Terezinha, do queridíssimo Adwalter Menegatti, um sujeito de conversa boa que está à frente da produção e do negócio da família, que existe há mais de quatro décadas. 

Ele não pôde me encontrar, mas me sugeriu visitar a loja da marca, que se chama Entreposto Santa Terezinha. A casa funciona desde 2010, no Hortomercado de Vitória. 

Chegando na loja, me deparo, logo na entrada, com a grande variedade de produtos que levam a marca no rótulo. Praticamente do chão ao teto do lugar havia garrafas de Santa Terezinha. 

A cada passo, novas cores, aromas e formas vão tomando conta dos sentidos. Para cada lugar que se olha, um detalhe diferente chama a atenção. E, apesar do espaço em si ser pequeno, me senti como se estivesse em uma grande catedral, com vitrais e afrescos. Mas, nesse caso, os vitrais são as garrafas e os afrescos, os rótulos coloridos e finamente trabalhados. 

Aqui se cultua a Cachaça, mas não só a nobre bebida, como também a cultura do Espírito Santo, o que fica bem claro na decoração com as tradicionais casacas – instrumentos de percussão usados no congo capixaba, importante expressão musical local. As peças são assinadas pelo famoso e ilustre Mestre Vitalino da Barra do Jucu.

Também há edições especiais de cachaças com rótulos referentes a músicos capixabas e outras obras de artistas do estado. É claro que não poderia faltar, bem lá no alto, uma imagem da santa que dá o nome ao negócio, Santa Terezinha, por quem eu tenho uma certa devoção. Detalhe: não adianta que as casacas não estão à venda. Durante meu tempo ali, uns dois casais de turistas tentaram comprá-las, sem sucesso. 

Cachaça Santa Terezinha: muita variedade 

Fui recebido pelo bartender da casa, Frederico Medeiros, que foi me apresentando os produtos terezianos. Começamos com as brancas e depois fomos cachaciando pelas amadeiradas, pelos blends e pelas edições especiais. São mais de trinta produtos distintos dentro da linha de cachaças, licores e aguardentes. 

O artista plástico e publicitário Cláudio Rubinger, também membro do time tereziano, apareceu para trocar ideias com a gente sobre a produção e o mercado da cachaça. O sensorial da bebida foi enriquecido pela beleza dos rótulos e pelas histórias que contamos durante o tempo que fiquei na loja. 

As brancas, em geral minhas preferidas, estavam com uma picância bastante aparente, do jeito que deve ser, com uma acidez controlada, mas ainda deixaram minha boca cheia d’água. 

Destaco duas delas: uma cujo aroma me lembrou abacaxi, a Cachaça Santa Terezinha Série Brasil Reserva Branca, e outra com cheiro de abacaxi em calda, a Cachaça Santa Terezinha Engenhosa Prata. Apesar do olhar incrédulo dos presentes quando comentei, todos captaram esse aroma peculiar nas duas garrafas. 

Além dessas duas, outra cachaça que me chamou bastante atenção foi a Santa Terezinha Crafted, que, além de um belo rótulo, cuja inspiração original foi um quadro na parede do estabelecimento, tem como característica um dulçor e uma leveza extremamente agradáveis que são resultado de uma técnica que usa as fibras do bagaço da cana para filtrar a bebida. 

Depois, fomos para as passadas por madeira. Várias me chamaram atenção, mas a mais diferente, por assim dizer, foi a Pretiosa 10 anos, edição limitada, que é engarrafada com a crema do fundo do barril de sassafráz, sem filtragem.

O sabor é muito doce e a textura, licorosa. Parece que há açúcar e que se trata de um licor, mas não. É apenas cachaça. Eu usaria essa, inclusive, na culinária, para doces. 

Gostei muito da Cafetina, que nada tem a ver nem com café e nem com a profissão. Houve outras que também gostei muito, que deixo para comentar depois para não me alongar demais aqui. 

E com isso, depois de mais de três horas cachaciando, chegou o momento de voltar pra casa. Despedi-mer dos meus novos amigos e fui embora bastante satisfeito e com algumas garrafas a tiracolo…

Se você não puder ir a Vitória, vale visitar a loja online da Cachaça Santa Terezinha.

Entreposto Santa Terezinha

Hortomercado

Rua Licinio dos Santos Conte, 51 – Enseada do Suá, Vitória

Tel: (27) 99818-4025

Aberto de segunda a sábado, de 10h às 22h, e domingos, de 11h às 15h

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