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Princesa Isabel reforça o time das cachaças orgânicas

Uma marca de peso se juntou ao time das cachaças orgânicas. A Cachaça Princesa Isabel, de Linhares (ES), melhor cachaça branca do III Ranking Cúpula da Cachaça, acaba de conquistar sua certificação.

“Foram cinco anos de intenso trabalho de adequações e aprimoramento de toda a produção, da terra até a garrafa”, diz o produtor Adão Celia, que contou com o apoio do Sebrae capixaba na transição dos seus processos de produção.

Com a certificação, a Princesa Isabel se junta a outras cachaças que possuem o selo concedido por organismos especializados, como o IBD e o Ecocert. Essas certificações possuem diferentes níveis, seguindo regulamentos nacionais e de instituições americanas e europeias.

São necessários pelo menos 12 meses de manejo seguindo os padrões orgânicos até que o selo seja concedido. Além de uma série de documentos que o produtor precisa submeter à entidade certificadora, a empresa recebe inspetores que verificam a conformidade dos produtos e dos métodos produtivos. Análises laboratoriais, eventualmente, complementam o processo.

 

O processo, na verdade, pode ser trabalhoso, mas não oferece obstáculos excessivamente complexos, uma vez que a Cachaça já tem, por si, um processo produtivo de vocação orgânica. Mas o produtor precisa se adequar, o que nem sempre é tão fácil. É necessário, por exemplo, abrir mão do uso de agrotóxicos e químicos em geral no cultivo e no combate a pragas para conquistar e manter o selo, entre outras medidas.

Mas vale a pena o esforço, já que o selo orgânico é uma referência importante para consumidores que se preocupam com as questões ambientais – um contingente que cresce cada vez mais, especialmente à medida que entram no mercado consumidor os chamados millenials, nascidos entre 1981 e 1996.

Para produtores que almejam o mercado internacional, o selo orgânico é um handicap valioso a mais na competição com outros destilados pela atenção de bartenders e consumidores finais.

Outras cachaças orgânicas

Há um quantidade considerável de cachaças orgânicas certificadas pelas diferentes instituições. Aqui, citaremos algumas, como a salinense Sentinela e a Vale do Sol, paranaense de Siqueira Campos. (Quem lembrar de outras omitidas aqui, é só comentar aí embaixo.).

Duas cachaças sulistas de renome possuem a certificação da Ecocert: a paranaense Porto Morretes e a gaúcha Casa Bucco. A Gabriela, de Ribeirão Preto, é outra certificada pela instituição.

O IBD certificou uma série de cachaças que fazem a glória da produção nacional, como a baiana Serra das Almas, a paraibana Serra Limpa e a pernambucana Sanhaçu.

A Serra das Almas, de Rio de Contas, na Chapada Diamantina, tem, inclusive uma versão internacional, a cachaça Abelha, também devidamente certificada. Já a Sanhaçu é um dos principais exemplos de sustentabilidade no universo da cachaça.

A potiguar Samanaú, a goiana Cambeba, a paranaense Terra Vermelha e a mineira Bendito Grau também são certificadas pelo IBD. O selo do instituto foi uma das vantagens competitivas da Weber Haus, de Ivoti (RS), na ampliação das vendas para o mercado externo.

Outras duas orgânicas: a lendária Anísio Santiago e a fluminense Cachaaça Da Quinta.

Saiba mais sobre a Cachaça Princesa Isabel clicando aqui.

Por Dirley Fernandes

 

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