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Coluna do Agostinho: no festival Queijo, Café e Cachaça, em Caxambu

Por Manoel Agostinho Lima Novo

Vamos retomar nosso turismo alcoológico que anda um pouco abandonado? Sim, não é?

Pois bem: há cerca de dez dias, estive em Caxambu, cidade das águas, minerais e ardentes. Ocorreu pelas bandas de lá, de 18 a 21 de julho, o 2º Festival Queijo, Café e Cachaça. (Leia mais sobre o festival clicando aqui.)

E aí você me pergunta: por que queijo e café antes da cachaça? Rapidamente, eu respondo: pelo queijo e pelo café você pode até passar, mas pela cachaça não. E foi nela que fiquei e ficarei nesse post…

Quatro anos atrás, eu havia sido convidado pelo então vereador Willian, organizador de eventos, para uma palestra sobre nosso destilado no Festival da Cachaça de São Lourenço. Daí, ele não me esqueceu. Como realizou agora esse evento em Caxambu, para lá lá fui de casaco e taça para palestrar no festival. Palestrar apenas não, claro, degustar também. Afinal, cachaça é cachaça e eu sou eu, algo meio biunívoco.

Falando em palestra, aliás o nível de palestras do Festival Queijo, Café e Cachaça estava de respeito. Bom, no meu caso, foi uma hora e meia ensinando sobre nossa bebida, muitos interessados na plateia (inclusive uma louca, a Louca da cachaça; alguém a conhece? Veja aqui). Da palestra para os estandes, passamos todos à aula prática. Com certeza, para os que tiveram paciência comigo, a cachaça mudou de paladar, ficou mais apreciável.

O frio da cidade ajudou a abrilhantar a festa que movimentou a cidadezinha.

Além de maravilhosas cachaças, representando São Paulo e Minas Gerais  (quem lembra da República do Café com Leite?) tínhamos o queijo mineiro e o café mineiro, bela combinação de prazeres gustativos.

A cidade, aliás, é própria para esses eventos, pois você aprecia cachaça à noite e no dia seguinte faz fila no Parque das Águas para se hidratar.

Tem gente achando que fui lá para apreciar água magnesiana, mas vamos confessar: água que nada, foi cachaça mesmo!

Com torresmo ou com linguiça, as cachaças garantiram a festa. Cachacisticamente falando tínhamos à nossa frente a Macena, Tiê, Soberana, Encomenda, Erva Doce, Pardim Três Madeiras, Ouro 1, Chico Mineiro, Dona Filó e a Peladinha. Ainda tinha a Aguardente 50% da Pardim.

Segundo os organizadores, em novembro teremos outro festival na município vizinho de São Lourenço, a exemplo de outros eventos o que fizeram sucesso na cidade.

Nas horas de folga e na volta à Cidade Maravilhosa visitei dois alambiques fantásticos sobre os quais vale a pena falar e mostrar: Tiê e Lagos do Vale, mas isto fica para o próximo artigo.

Aguardem…

Enquanto isso, leiam as outras Colunas do Agostinho.

Um comentário

  1. Amigo Agostinho só esqueceu de falar da Cachaça Excelência que também estava com Stand, marcando presença no Festival.

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