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Livro luso sobre nosso destilado será lançado na Rota do Acarajé, com Cachaça Tiê

Cachaça Tiê

António Amaral Gomes é português e, como sói acontecer com nossos irmãozinhos de além-mar, de bobo não tem nada. Em meio a tantas boas bebidas que se produzem na sua terra, encontrou lugar no coração para nosso destilado e tornou-se uma grande divulgador da cachaça em Portugal. O resultado da devoção de longa data está em ‘Cachaça – a paixão do lado de cá’, livro que será lançado na próxima quinta-feira, na Rota do Acarajé, em São Paulo, com apoio da Cachaça Tiê.

“Teremos acarajé e caipirinhas”, adianta Cris Amin, da linda cachaça de Aiuruoca (MG) [leia sobre a moça branca aqui]. A Rota do Acarajé fica na rua Martim Francisco, 529/533, em Santa Cecilia, e conta com mais de 1000 cachaças em sua insuperável carta.

António foi dono do ‘Uai’, restaurante cuja especialidade é denunciada pelo nome. “Era o único local em Portugal onde se bebia boa cachaça”, conta ele, que vem ao Brasil regularmente, visitando alambiques, conversando com produtores e se aprofundando cada vez mais nos segredos do nosso destilado a cada visita.

Com o aprofundamento do conhecimento, surgiu a vontade de colocar tudo isso em livro, para que a Cachaça em Portugal seja melhor compreendida. Daí veio o projeto de ‘Cachaça – a paixão do lado de cá’. Segundo a ‘sinopse’ da editora, o livro “descreve e compartilha ‘segredos’ e informações essenciais com minúcia e detalhe histórico sobre a peregrinação da cana-de-açúcar até chegar ao Brasil, a origem da denominação ‘cachaça e o modo como é obtida através de fermentação e da destilação”.

A obra destaca, particularmente, a caipirinha (e seu modo de a fazer), “uma das bebidas mais famosas em Portugal, com inegável potencial para conquistar consumidores em todos os continentes”. António conta que são servidas 11 milhões de caipirinhas nas terras lusitanas todos os anos. António defende no livro a tese de que a cachaça artesanal é a mais adequada para uma boa caipirinha.

António espera que sua obra desperte a paixão de seus conterrâneos, fãs das ginjas, das amêndoas amargas e dos vinhos fortificados, pelo nosso destilado. “O problema é que cachaça de qualidade quase não se encontra”, diz ele.  “É preciso mais esforço para divulgar a cachaça em Portugal”.

Quem se habilita a mudar esse quadro no ‘país da moda’, a esquina onde o mundo todo se encontra atualmente e que pode ser uma ponta de lança no continente europeu e uma bela vitrine para nosso destilado? Valerá a pena? “Tudo vale a pena, Se a alma não é pequena, Quem quer passar além do Bojador, Tem que passar além da dor“.

Leia mais sobre a Cachaça Tiê aqui.

Leia mais sobre a Rota do Acarajé aqui.

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