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Cacharitiba: nosso colunista conta como foi a festa

Por Manoel Agostinho Lima Novo

Da última vez que contei minhas aventuras por aqui, estive em Santa Catarina, lembram? O post está aqui. Pois bem, agora foi a vez de Para-ná Cachaçaria para tomar uma!

Eu sei que tem alguém pensando… e o turismo alcoológico não acaba nunca?

Não!

Mas também não dá para ser diário. O meu fígado, que já é o reserva, também reclama.

Bom, indo ao que interessa: há dois finais de semana, fui à capital paranaense para prestigiar, mais uma vez, a maior festa da cachaça no estado, a Cacharitiba.cacharitiba4

Voltando um pouco no tempo: há sete anos (conta de mentiroso), eu batia uns martelinhos regados à cachaça Porto Morretes, junto ao casal Heric e Eliana, da Cachaçaria Vô Milano. Estávamos no famoso Bar Stuart, um dos mais tradicionais de Curitiba.

Eu havia sido convidado para fazer o lançamento do meu livro ‘Viagem ao mundo da cachaça’ numa loja chamada… Kaxassa – que, obviamente, não vendia roupas nem remédios.

Aproveitei a viagem para conhecer o famoso Mercado Municipal de Curitiba e, por lá, encontrei a Vô Milano. Como vocês sabem, eu sigo a cachaça pelo cheiro e sempre encontro uma boa oportunidade para novas degustações e descobertas.

Pois bem, conheci o casal Girardello e combinamos uma carne de onça com Porto Morretes no Bar Stuart. Do papo surgiu a ideia de fazer um evento no mercado, uma feira com uma programação variada.

Alguns meses depois, eu abria a programação da I Cacharitiba, com um amplo curso de formação de cachacier.

Naquele primeiro ano a feira foi meio tímida ainda. Havia uns dez produtores, alguns pequenos eventos paralelos, os curitibanos chegando aos poucos…

Ano a ano, o evento foi crescendo, com palestras, presença do caminhão-alambique, concurso de cachaça e de drinques, até chegar agora ao sétimo ano.

Essa edição teve a presença de 22 produtores, vindos desde Pernambuco até o Rio Grande do Sul, e, entre as atrações paralelas, aulas de chefs famosos, ensinando pratos típicos do estado e ainda harmonizando com cachaças locais.

Houve também, na Cachaçaria Reguis, o 2º Encontro das Confrarias (Enconfras), que fez o povo de vários estados aumentar o contingente de devotos da cachaça amigos nacionais.

Anote na sua agenda para não esquecer daqui a um ano: todo outubro tem, além da festa do marreco e da Oktoberfest em Santa Catarina, da festa da polenta no Espirito Santo, essa bela celebração do destilado brasileiro que é a Cacharitiba. Vale a pena se programar.

Parabens à Vô Milano pela belíssima organização e parabéns ao Orlando Reguis pelo brilhantismo da recepção na adega-coleção com mais de 5 mil exemplares.

Semana que vem tem mais, esperem. A Viagem continua!!!

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Um comentário

  1. Orlando Osmar Regis

    Agostinho,
    obrigado pela atenção que você dá à nossa cidade e aos nossos eventos.
    Nós da, Regui Brasil, também nos esforçamos para divulgar a cachaça cada dia mais e agradecemos sua sempre boa e agradável companhia.
    Orlando Regis

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