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Coluna do Agostinho pelos alambiques de Minas II: Bola da Vez e Rainha do Vale

Por Manoel Agostinho Lima Novo

E a viagem não para… Tanque cheio, vontade de conhecer os alambiques de Minas aumentando.

Tomamos o café da manhã com suco de laranja e não cachaça, como vocês podem estar pensando. Pé na estrada, digo, pneu na estrada. Vamos comer poeira.

Depois da passagem por Itaverava, a próxima parada é Ouro Branco. Ali, amigos, tinha era poeira. A cachaça é maravilhosa, mas o alambique é longe… Ainda assim, valeu a pena! Tudo vale a pena quando a taça não é pequena!

Nos caminhos do Belo Vale
Nos caminhos do Belo Vale

Em Ouro Branco, o nosso amigo Jacson Dias Morais produz a Bola da Vez, uma menina vestida de amendoim; a Engenho da Cana, pura e carvalho francês, e a Alambique de Minas, armazenada em bálsamo.

Poeira vai, poeira vem, voltamos para a rodovia, desta vez asfaltada. Próxima parada na viagem pelos alambiques de Minas: Belo Vale.

 

Para se chegar a Belo Vale, é preciso atravessar todo o município de Moeda. Mas eu estava tão obcecado por cachaça que confesso ter lido na placa ‘Moenda’.

Ainda não entendi por que o Márcio Vieira de Moura e seu irmão Thomás não montaram o alambique em Moeda; é bem mais perto do que Belo Vale.

Bom,  além do vale ser, de fato, belíssimo, apenas a área de produção da cachaça Rainha do Vale já mereceria uma visita. Diga-se de passagem, toda a Fazenda Gameleira merece.

Depois do almoço, um belo canavial nos receberia na entrada e uma deliciosa degustação nos esperaria na saída. Vai uma pura (inox) pra cá, uma prata jequitibá pra lá, carvalho e jequitibá… Bom, deixa esta aí pra mais tarde, porque estou dirigindo e ainda tem um rio bem grande para atravessar.rainha do vale alambique

Ofereceram-nos a sede da fazenda para uma sesta, mas não tínhamos tempo, pois Betim – não tão distante de Belo Vale – nos esperava, mas esta aí vai ficar para o próximo capítulo, senão vocês se cansam e eu me embriago.

té lá… vou cantando uma música do meu tempo, a Jovem Guarda: “se você pretende, saber quem eu sou, eu posso lhe dizer; entre no meu carro e nos alambiques de Minas, você vai me conhecer”.

Epa, acho que errei a letra, bom deixa prá lá, a esta altura do campeonato…

Leia mais sobre a Cachaça Rainha do Vale na seção Cachaças de A a Z.

Veja a primeira parte da viagem de Agostinho pelos alambiques mineiros e outras colunas aqui.

 

 

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