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Piracicaba faz festa pra cachaça (e pro peixe)

Peixe é bom, mas com uma boa cachaça fica muito melhor. Pois os dois produtos serão celebrados na próxima semana em Piracicaba (SP). A 13ª Festa do Peixe e da Cachaça acontece de 10 a 12 de novembro (sexta a domingo).

O local do evento é o Engenho Central, que, por si só, já é uma atração. Situado à margem direita do rio Piracicaba, é um conjunto de grandes edificações que no século XIX e XX abrigou moendas, caldeiras e armazéns para a produção e estocagem de açúcar e álcool, até a desativação completa, em 1974. O espaço passa por um processo de revitalização muito interessante, abrigando eventos culturais.

A Festa do Peixe e da Cachaça tem o objetivo de fomentar e difundir a cultura piracicabana, juntando os dois mais famosos atrativos gastronômicos da cidade.peixe

O evento terá restaurantes, cachaçarias e produtores de cachaça como expositores e, de quebra, cervejarias artesanais piracicabanas. Os restaurantes Porto das Águas, Capitão Gancho e Balalaika; as cachaçarias Vô Nino, Vigário, Velho Jonas, Fatec (Faculdade de Tecnologia de Piracicaba), Jacaré Pupira, Piracicabana, Urutau, Bico Doce, Tiquara, D’Reis, Spolador e Docycana estarão presentes.

A festa começa na sexta-feira (10/11), às 19h30, com apresentação da Banda União Operária. Nos dias 11 e 12, os portões se abrem às 12h e ao longo do dia haverá shows musicais, além da oferta de pratos com peixe e muita cachaça.

Os pratos terão preços especiais, a partir de R$ 10, com destaque para as porções de pintado e a costelinha de tambaqui. As cachaçarias oferecerão doses e muitas bebidas tendo a marvada como base.

Também está previsto, dentro da programação da Festa do Peixe e da Cachaça, o 1º Concurso de Caipirinha, com premiação para os três primeiros colocados. A bebida tem forte ligação com Piracicaba e há até mesmo quem defenda que foi criado ali – na verdade, a origem do drinque, o único coquetel brasileiro listado na International Bartender Association – se perde nas brumas do tempo, mas é bem possível que o uso inicial do nome e a adoção do açúcar branco como adoçante preferencial tenha se dado por ali mesmo, em algum momento do século XIX ou início do XX.

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