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Na estrada para o Festival da Cachaça de Piraí

Por Manoel Agostinho Lima Novo

Antes de falar do Festival da Cachaça de Piraí, uma explicação: no último post, eu prometi que nesse falaria da minha visita ao alambique da Maria Izabel, em Paraty (RJ). Mas a sucessão de eventos alcoológicos me obriga a novamente dar um perdido nos meus leitores; mas, garanto que é por uma boa causa e prometo não furar com vocês no próximo artigo. 

É que no domingo da semana passada (16/07), o Clube Carioca da Cachaça, entidade da qual faço parte, organizou um passeio pra lá de interessante: a visita a um alambique, com aula prática sobre cachaça, workshop durante a viagem e participação no Festival da Cachaça de Piraí (RJ).

Inicialmente pensou-se em alugar uma bike, já que havia apenas duas pessoas interessadas; daí, foi-se para um Fiat Uno; chegou-se a uma Kombi; mais uma semana e já tinha lotação para uma van; insistiu-se e chegou-se a um micro ônibus, até atingirmos a lotação de um “busão”, com 46 lugares. E, no dia do embarque, não houve sequer uma falta.

Durante a viagem, este que vos escreve ministrou breve palestra com conceitos básicos sobre a nossa genuína bebida, sob os olhares atentos de todos os participantes, incluindo o motorista (este foi proibido de participar da última parte). Depois, foram degustadas várias cachaças.

Nossa grande parada foi em Conservatória, chamada a Cidade da Seresta, mais precisamente no alambique da Cachaça Vilarejo. Todos desembarcaram, foram aos toaletes (mais que necessário) e depois se aglomeraram entre moenda e dornas para assistirem a uma explanação sobre os equipamentos onde nasce a nossa branquinha, passando pela destilação e fechando na cave, onde os barris de carvalho e os tanques de inox, nos aguardavam.

Finda a preleção veio o momento de degustação, anterior às compras…

Depois disso, descemos um pouco na estrada, onde, no simpático Festival da Cachaça de Piraí, Katia Espírito Santo (Cachaça da Quinta), Marcelo Nordskog (Cachaça Reserva do Nosco), Eli Werneck (Cachaça Werneck), Antônio Rocha (Rochinha), João Luis Coutinho de Faria (Cachaça Magnífica) e Nelinho (Cachaça União Carvalheira) nos aguardavam com suas preciosidades nos estandes, local de mais degustações e compras.carvalheira

Às 18 horas, partimos. E como a volta parece sempre mais rápida, só tivemos tempo para ouvir Inaldo cantar e Lucena declamar sob os efeitos de outras quatro garrafas degustadas a bordo da nossa nave cachaçal.

Por fim, perguntaram-me quando será a próxima. Lembro que já estamos aceitando reservas para o transatlântico que nos levará ao Festival da Pinga de Paraty e um Boeing com destino a Sampa, para o Cachaça Trade Fair.

Antes disso, no próximo artigo, falo da Cachaça Maria Izabel, mesmo que chova cadeado.

Por enquanto, leia mais Colunas do Agostinho.

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Um comentário

  1. Show…. tive a honra de participar desse inesquecível passeio, das boas degustações e a oportunidade de declamar a “Cachaça Amiga”! Melhor não podia ser!

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