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No galho do Tiziu – uma cachaça nova para o devoto pular de alegria

Por Manoel Agostinho Lima Novo

Para os leitores que vem acompanhando meu turismo alcoológico, vou pedir licença para sair dele apenas por uma semana e falar sobre um evento ocorrido na sexta-feira (7 de julho). Prometo voltar depois à estrada e falar um pouco das minhas impressões da Fazenda Santo Antônio, onde é produzida a Cachaça Maria Izabel (por enquanto, leiam sobre minha jornada aqui).

Então vamos lá…

Se formos ao dicionário do Aurélio, vamos encontrar o significado da palavra “tiziu”.  Lá consta que  tiziu é uma ave da família Thraupidae que ocorre em todas as regiões do Brasil, sendo muito comum principalmente em áreas de vegetação alterada, como capinzais.

Pois bem. Mas Tiziu também é o nome de uma nova cachaça que surge nas prateleiras dos mercados especializados.

E, na sexta feira passada, a Cachaça Tiziu foi apresentada a um grupo de apreciadores na Cachaçaria Mangue Seco, no Rio de Janeiro. Seu produtor,  Tito Moraes, muito orgulhoso do seu produto – e com razão –, exibia as garrafas desta fantástica cachaça.

Produzida na região de Salinas (Minas Gerais), pelos mesmos responsáveis pela

Cachaça Sabiá, a cachaça chega ao Rio de Janeiro, começando pela Cachaçaria Tonel e Pinga, em Niterói, e para todo o Brasil, pelo site Rei da Cachaça.

Vamos às variedades.

A Virgem é armazenada em tanque de aço inoxidável. A Ouro fica 36 meses em barris de bálsamo. A Única envelhece durante dez anos no bálsamo. E tem a Tiziu Jaqueira, que descansa por seis meses em Jaqueira – todas cachaças para ninguém botar defeito. Aliás, mesmo que alguém queira, não vai encontrar reparo a fazer nessas maravilhas.

Este que escreve recomenda todas, abrindo um parêntense para informar que é raro encontrar uma caipirinha tão boa quanto aquela preparada com a  Tiziu Virgem.

Segundo Tito, o produtor, ele, quando criança, apreciava aquele pequeno pássaro preto que pulava, cantava e voltava para o mesmo lugar. Logo, quando planejava lançar sua cachaça, foi fácil homenagear a pequena ave. Segundo ele diz, metaforicamente, “é obvio”: o degustador da cachaça Tiziu, bebe, pula de alegria e pousa de novo no mesmo lugar para degustar outra. Só provando para ver se  essa obviedade toda faz sentido…

Por minha vez, já provei e pulei. Agora, vou voltar a degustar de novo.

Até lá, no galho do Tiziu!

Leia mais colunas do Agostinho aqui.

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O colunista, no centro, com o casal Tonel e Pinga: Rita e Tito

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