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Um roteiro por Morretes, capital da cachaça paranaense

Por Manoel Agostinho Lima Novo

Todo terceiro sábado de janeiro um grupo de veteranos fuzileiros navais se reúne em Colombo, perto de Curitiba, para recordar velhos momentos em torno de um churrasco com cerveja e obviamente cachaça. Eu, orgulhoso veterano, faço parte deste grupo. 

Assim parti para a capital paranaense no último final de semana, e ir a Curitiba significa visitar Morretes, terra do barreado, comida típica da cidade, e capital da cachaça paranaense.

O programa começou com ida ao Stuart (na Praça Osório, 427 – Centro,  considerado o bar mais antigo da capital paranaense, inaugurado em 1904, e um dos mais antigos do Brasil). Ali, a pedida é comer carne de onça, um prato elaborado com carne de boi moída, acompanhado de cachaça.

No dia seguinte, logo cedo, um belo passeio pela Estrada da Graciosa, descendo a serra cercado de natureza e apreciando a vista bucólica a caminho de Morretes – um passeio que, aliás, pode ser feito também de trem. 

Um pouco antes de chegar no centro da cidade surge o alambique da Cachaça Engenho do Colono, a “cachaça teteia de Morretes”. Uma visita às instalações não custa nada, salvo pequenos buracos na via. Depois, uma esticada ao bairro de Marumbi, onde está o alambique responsável pela cachaça que ganhou o primeiro e sétimo lugares no II Ranking da Cúpula da Cachaça, a tradicional Porto Morretes. Lá se degustam as variedades Prata, Premium e Extra Premium (Tradição), as duas últimas em carvalho.

cachaça paranaense Porto Morretes
O alambique da Porto Morretes, com a Serra da Graciosa ao fundo

Este passeio inclui um giro pela bucólica Morretes, compra de artesanato, banho de rio para os fortes e degustação de barreado – acompanhado de cachaça local, óbvio. Na volta a Curitiba, de quebra encontramos o alambique da Ouro de Morretes, uma excelente cachaça na versão pura e carvalho.

Se no carro tiver alguém quem não degustou bebida alcoólica, dê a ele o volante e rumo à capital pela BR 116, que é mais rápido.

Sugiro a quem for por lá fazer este programa. Muita cachaça paranaense boa num caminho repleto de belezas e delícias.

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