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Outubro rosa… e etílico

Por Manoel Agostinho Lima Novo

O colunista, ao lado de Poliana Miranda, da Cachaça Frazão
O colunista, ao lado de Poliana Miranda, da Cachaça Frazão

Chegamos a outubro, o chamado “Outubro rosa”, aliás uma bela homenagem às mulheres. Pedirei licença a elas, no entanto, para, sem desmerecimento, chamar este mês também de “outubro etílico”. E por que?

Bom, começamos o mês em Niterói, com uma excelente degustação no Tonel e Pinga, do nosso amigo Tito Moraes.

No dia 4 veio a reunião da Confraria do Copo Furado, diga-se de passagem uma excelente e proveitosa reunião. Dia 6, estava eu aproveitando as delícias etílicas no Riocentro, no Sirha, evento da indústria de alimentos onde pude degustar a Cachaça Frazão, vinda direto de Pitangui (MG), que, pela primeira vez, se apresentava no Rio de Janeiro. Bela, encorpada, equilibrada, é uma daquelas dignas de levar várias garrafas para casa. Aliás, trata-se de mais uma cachaça com assinatura do premiado master blender Armando Del Bianco, sobre quem o Devotos falou nesse post. A Cachaça Frazão tem as variedades Prata, descansada no inox, e três edições em carvalho: a Ouro (2 anos), a Especial (3 anos) e a Reserva Especial (4 anos).

Hoje, estou embarcando para Curitiba onde palestrarei na 5ª Cacharitiba, a feira que cresce a cada ano na  capital paranaense (leia sobre o evento aqui). Não para por aí. Haja fígado! Dia 15, a Cadeg recebe o cúpulo (integrante da Cúpula da Cachaça) Leandro Marelli para falar da Cachaça Tellura.

E segue o baile. No dia 18, em São Paulo, o companheiro de Cúpula Milton Lima lança mais uma de suas cartas de cachaça, dessa vez no Armazém Álvares Tibiriçá. E dia 19, tem mais um encontro do Clube Carioca da Cachaça. É ou não é um mês etílico?

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